Pastorais

PastoraisA participação dos féis leigos no ministério pastoral existe desde o início da Igreja (cf. 1Cor 12, 4-11). Pertence, hoje, ao patrimônio da vida eclesial. Por essa razão, deve ser adequadamente preservada e incentivada. A própria expressão “Povo de Deus” evoca a variedade de dons, carismas, serviços e ministérios com que o Senhor enriquece sua Igreja (cf. CNBB Doc. 62, nº 79).

O Povo de Deus é um povo sacerdotal (cf. Ex 19, 6; Ap 1, 6). Mas o sacerdócio comum dos fiéis, próprio de todo batizado, e que se realiza no desenvolvimento da graça batismal, difere na essência e em grau do sacerdócio ministerial, proveniente do Sacramento da Ordem (cf. LG 10).

Para bem atuarem conforme sua vocação, participando de forma adequada no exercício do apostolado, os leigos precisam de uma formação integral que atenda a todas as dimensões de sua atividade pastoral (CNBB Doc 62, nº 186).

Exercem sua missão salvífica “primeiro com o testemunho de vida e, em segundo lugar, com ações no campo da evangelização, da vida litúrgica e em outras formas de apostolado” (DAp 211).

Os pastores favoreçam aos fiéis leigos espaços de participação, confiando-lhes ministérios e responsabilidades para que vivam seu compromisso cristão de forma responsável (DAp. 211).

Ciente desses direitos e deveres dos leigos/as, a Diocese de Paracatu, nesta V Assembléia, em consonância com a prática eclesial universal, com as prescrições canônicas (cân. 469) e as recomendações da CNBB e da Conferência de Aparecida, assume o compromisso de promover a formação permanente de seus fiéis leigos, inclusive com a criação de um “Centro Diocesano de Pastoral”, há muito desejado.

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